domingo, 29 de agosto de 2010

como fazer um timão - nautimodelismo

Dicas e Truques
Como fazer um timão
Mostramos asseguir como se faz um timão para seu nautimodelo
 Utilizei um programa de desenho para fazer as esferas e a estrela de 6 pontas
1 pedaço de plástico cortado em aro
varetas de fibra de vidro ou palitos de dente.









A bolinha nas pontas dos braços do timão podem ser feitas com cola epoxi. Basta preparar a cola e introduzir a vareta na cola e remover com cuidado. Deixe endurecer espetando a vareta numa folha de isopor.













FREE PLANS, MODEL BOAT - PLANOS GRATUIOS NAUTIMODELISMO

1 - CRUZADOR LITTÓRIO 1940
2 - ALISCAFO - ANTISUBMARINO RUSSO
3 - ENCOURAÇADO BENEDETO BRIN
4 - CATAMARAM BRESSABELLO
5 - REBOCADOR GOLIA
6 - L' ORCA
7 - RMS TITANIC jpeg
8 - REBOCADOR HERMES
9 - PESQUEIRO MIRAMAR
10 - CARRO A VELA (SAIL CAR)
11 - CARGUEIRO
12 - ARRASTERO
13 - REBOCADOR DE PORTO
14 - RMS TITANIC em autocad
15 - VELEIRO palo de água
16 - YATE LAURA B
17 - FAGATINHA M-477
18 - LANCHA SYNTETIC
19 - REBOCADOR MITE
20 - VELEIRO gif-65
21 – Veleiro NCR65 Regata Linha NAUTICLASS
22 – Lancha PT-596
23 – Pesqueiro Artur
24 – Veleiro Palo Laser 65
25 - Lancha Planek
26 – CATAMARÃ MAXCAT V1-L
27 –
VELEIRO VOR RG65 ERICSSON
28 - Perola Negra ( piratas do caribe ) fotolog da construção
29 - HMS_BOUNTY
30 - Fragata USS Constituition
31 - Fireboat Dr. Ing.Sander
32 - Naus - Santa Maria, Pinta e Nina

Fique ligado, em breve disponibilizaremos mais planos gratuitos

terça-feira, 24 de agosto de 2010

sábado, 21 de agosto de 2010

How to Build a Model Ship CHRIS CRAFT CONSTELLATION IN SCRA





NAVEGAR É PRECISO

Olá a
todos,

começo hoje uma série (não sucessiva) de textos sobre um
dos meus hobbies: o modelismo. Neste texto, quero divulgar a modalidade do
modelismo talvez menos conhecida e praticada no Brasil, o
nautimodelismo.

Bom, o que é modelismo? A grosso modo, é a atividade de
recriar, em escalas menores, aviões, tanques, carros, navios, barcos, trens,
pessoas ou virtualmente qualquer coisa existente na natureza ou construída pelo
homem. O modelismo que recria aviões denomina-se aeromodelismo; e os que recriam
trens e carros chamam-se, respectivamente, ferreomodelismo e
automodelismo.

Existem duas categorias principais de modelismo - o
estático e o dinâmico. O estático, muito praticado por entusiastas da
miniaturização, sendo a modalidade mais conhecida o plastimodelismo, que
trabalha exclusivamente com polímeros, talvez seja o mais minucioso, atento a
todos os detalhes existentes nos objetos em escala cheia (1:1)
retratados.

O modelismo dinâmico, por sua vez, motorizado ou não, tem por
finalidade recriar, em escala, principalmente meios de transporte (civis e
militares) que se movimentam, principalmente por meio de rádio-controles. No
entanto, existem algumas submodalidades de aeromodelismo e nautimodelismo que
utilizam elásticos para propulsão, os VCC, e não usam motores.

Afunilando
mais ainda o ramo, dos modelos motorizados, existem os que usam motor à explosão
e os que usam motores elétricos. Quais seriam as diferenças fundamentais? Os
motores à explosão, conhecimentos por "glow", por conta do combustível especial
que utilizam, são utilizados em modelos (aero, nauti e auto) pesados, feitos de
madeira balsa, fibra ou outros materiais mais pesados. Para praticar o
aeromodelismo glow, por exemplo, é necessário procurar um espaço amplo, com
pista de pouso e decolagem, ou afiliar-se a um aeroclube (na cidade do Rio de
Janeiro existem 3). Esses modelos devem ser manuseados com extremo cuidado, o
aeromodelista precisa ter consciência dos riscos que a diversão pode trazer e
fazer de tudo para minimizá-los (um dia escrevo sobre esses riscos).

Por
outro lado, existe o modelismo elétrico - que usa motores que transformam
energia elétrica em dinâmica. Eu sou aero, auto, nauti e ferreomodelista, e
pratico apenas o modelismo elétrico. Por que razões? Em primeiro lugar, porque
os motores elétricos não poluem, e essa talvez seja a principal razão. Em
segundo, porque os motores elétricos utilizam baterias recarregáveis,
reaproveitáveis centenas de vezes, e por conta disso a manutenção da brincadeira
sai bem mais barata. Em terceiro, porque os modelos elétricos podem ser usados
em praticamente qualquer lugar, por serem mais leves (os aeromodelos elétricos
conhecidos como park flyers são feitos de depron, um isopor um pouco mais denso
que o normal), menores e menos perigosos. Em suma, se um avião elétrico cai, o
prejuízo pode chegar a, dependendo do modelo, R$ 700,00. Se cai um avião glow, o
prejuízo pode passar dos R$ 3000,00.

Voltemos ao nautimodelismo. O
modelismo é a recriação, em escala reduzida, de embarcações reais existentes ou
históricas, militares, mercantes ou esportivas, construídas a fim de se
reproduzir todos os detalhes de uma embarcação 1:1. No Brasil, a prática começou
na década de 1930, com Hely Bricio do Valle. Em 1945, o nautimodelista João
Avelino Sidov construiu 21 modelos. Em 53, Leopoldo Geyer encomendou ao
construtor Brício o modelo do veleiro Cayru. Assim começou de fato, no Rio de
Janeiro, a prática do nautimodelismo no Brasil. No Museu Histórico da Marinha no
Rio de Janeiro, está em exibição a Coleção Alves Camara com dezenas de modelos
de embarcações regionais que foram desaparecendo aos poucos com o surgimento da
ferrovia. Lá também é possível conhecer os modelos dos navios militares da nossa
frota. Em São Francisco do Sul, SC, encontra-se uma enorme coleção de peças de
modelismo naval no Museu Nacional do Mar.

Hoje, o nautimodelismo possui
diversas associações e grupos espalhados por todo o território nacional, mas
poucos em real e ativo funcionamento, o que é uma pena. Em São Paulo, no
Ibirapuera, existe o modelódromo para praticantes de várias modalidades de
modelismo, inclusive com um tanque de nautimodelismo.

No Rio de Janeiro,
o único tanque de nautimodelismo que conheci foi o do Aterro do Flamengo, que
nem sei se ainda existe (se alguém tiver alguma informação, avise-me por favor).
Por conta disso, só nos restam os lagos e poços da cidade e arrededores.
Praticantes de nautimodelismo se reúnem no Bosque da Barra, no Parque Guinle
(Laranjeiras), no Campo S. Bento (Niterói), na piscina do CEFET (Maracanã),
dentre outros lugares, mas falta no Rio uma associação organizada e disposta a
divulgar o hobby.

No nautimodelismo motorizado (que também pode glow ou
elétrico), existem 3 categorias básicas: os modelos em escala lentos, as lanchas
rápidas e os veleiros.

Esses modelos lentos, como o meu Bristol Bay
abaixo, reproduzem fielmente as embarcações reais e possuem navegação em
velocidade de escala, isto é, são bastante lentos para tentar reproduzir, em
escala, a velocidade com que seu representamen real navega. O meu
modelo lento é um barco pesqueiro inglês da Baía de Bristol, fabricado pela
Hobbico americana.






Esse modelo dispõe de um motor
brushed, com escovas, um tipo de motor elétrico bem parecido com os
motores de ventiladores e liquidificadores. Hoje, já existem os motores
brushless, sem escovas que, por terem muito menos atrito, desperdiçam
muito menos energia, são mais fortes e com mais empuxo, mas são usados, no
Brasil, quase que exclusivamente no aeromodelismo elétrico. As baterias
utilizadas são as NiCad (níquel-cádmio) ou NiMh (Níquel-metal-hidreto),
resistentes e armazenadoras de bastante energia (as mais fracas que tenho são de
1500 mili ampères), mas pesadas demais. Por isso, os aeromodelistas usam as Lipo
(Líon-polímero), mais leves, mas também mais perigosas. O barco possui ainda um
servo, nada mais que uma engrenagem de acionamento eletromecânico que faz o leme
virar para um lado e outro. Esse servo é ligado a um receptor, um dispositivo
eletroeletrônico que dispõe de uma antena que capta os comandos do
rádio-controle. No jargão modelista, o receptor é conhecido como Rx e o
transmissor (o rádio), como Tx. O rádio do nautimodelismo pode ser o tipo
stick ou pistola. O stick, abaixo, possui dois controladores
que se movem em todas as direções, é o modelo de rádio usado no aeromodelismo.
Cada direção de comando (cima-baixo / esquerda-direita) em cada stick é
conhecida como canal. Um aeromodelo que se preze precisa de, no mínimo, 3 canais
(explico melhor sobre isso quando escrever sobre aeromodelismo).


Aqui está o rádio do tipo
stick:



O tipo pistola, por sua
vez, é o que uso para esse modelo lento. Nesse caso, só preciso de dois canais,
um para o acelerador (frente e ré) e outro para o leme (esquerda-direita). O
gatilho da pistola é meu acelerador e o volante, meu controle de
leme.



Veja mais detalhes do
Bristol Bay:




A cabine de comando tem
até um capitão, o imediato (esse de gravatinha e cap) e um marinheiro. Como é um
navio pesqueiro, possui redes de pesca (feitas de rede de cabelo), tem bote
salva-vidas, um mergulhador atrás, duas velas, cordas e todas as amarras
necessárias. O navio é feito de madeira (casco) e fibra (convés). A hélice é
feita de cobre. Possui ainda várias lanternas e luzes de navegação que, acessas
à noite, o tornam quase uma árvore de natal flutuante.








Além do modelo em escala lento, existe
também a categoria das lanchas rápidas, formada de lanchas, catamarãs, trimarãs,
aerobarcos e afins. Minha lancha é uma Traxxas Blast, elétrica (claro), com uma
velocidade razoavelmente alta.





As lanchas possuem, além do Rx, do servo e
do motor, um outro dispositivo conhecido como Electronic Speed Control, ou ESC.
Ele é responsável por traduzir os sinais do gatilho do Tx para o controle da
velocidade. Em nautimodelos rápidos, a precisão do controle de velocidade é
muito importante, assim como nos auto e aeromodelos. Um atraso de uma fração de
segundo no comando pode significar a destruição total de um modelo. Ah, ali à
direita da lancha, vocês podem ver um amontoado de baterias NiMh.


Por fim, o nautimodelismo à vela. Essa é,
talvez, a categoria de nautimodelismo mais praticada no Brasil e no mundo. Os
modelos à vela não possuem motor, portanto também não precisam de um ESC. Em
compensação, possuem 2 servos, um para o comando do leme e outro, para o comando
de vela. O servo do comando de vela, através de amarras reproduzidas exatamente
como as dos veleiros reais, afrouxa ou aperta as velas para "caçar" o vento e
fazer o veleiro sair do lugar. Para controlar um veleiro rádio-controlado, o
modelista deve ter pelo menos uma noção de velas, dinâmica eólica, e noções de
navegação. Lidar com esse tipo de modelismo é uma ótima maneira de aprender
sobre navegação e passar a dominar o jargão técnico, desde termos simples como
proa, popa, bombordo e boreste, até os mais "técnicos", como cunningham,
boomjack, molinete, moitão, entre outros. O meu veleiro é da classe RG-65,
possui 65 centímetros de vela, ideal para ventos moderados.






Essa peça na parte
inferior do casco é uma quilha com um peso de chumbo que mantém a estabilidade
do veleiro. Quando o vento está forte demais, é o que não permite que o barco
vire.


Veja, finalmente, uma imagem da "casa das
máquinas" do veleiro, com servos e links:






Essa "gosma" que
reveste os servos é um lubrificante para evitar que o servo entre em contato com
a água. De maneira geral, todo nautimodelo precisa ser muito bem
impermeabilizado. Eu, por exemplo, "abrigo" as baterias (que, no caso do
veleiro, são 4 pilhas AA comuns) e o Rx com vários balões de festa.


Além desses modelos, existe obviamente uma
infinidade de variações - os navios de guerra com canhões que soltam água,
réplicas rádio-controladas do Titanic, de vapores brasileiros, veleiros de quase
2 metros de altura, aerobarcos gigantes etc. Tudo depende do bolso do freguês e
do entusiasmo pelo hobby.


De todas as modalidades de modelismo, eu
considero o nautimodelismo a mais "tranquila". É ótimo levar meus modelos para
um laguinho qualquer e ficar conversando com amigos, passando tempo enquanto os
controlo pra lá e pra cá, faço manobras, passo por obstáculos etc.


Por fim, "tenho um filho de 8 anos, é
aconselhável comprar um modelo desses?" A resposta é "infelizmente não". O
modelismo é um hobby para adultos. Os modelos que compramos raramente vêm
prontos para o uso, é preciso montá-los, soldar, entender de eletrônica e
eletricidade (no caso dos modelos elétricos) e de mecânica (no caso dos modelos
glow). A prática requer uma certa paciência (demora bastante até você ficar
satisfeito com o navegar do seu nautimodelo ou com o planeio do seu aeromodelo),
além de um certo treinamento, se você não quiser destruir modelos relativamente
caros por bobeira. Para as crianças, existem os brinquedos de controle-remoto.
Estes não podem ser considerados modelos, por conta da simplicidade de recursos
eletrônicos e mecânicos, mas são uma ótima maneira de inciar a criança nesse
hobby. Esses brinquedos são encontrados em lojas de brinquedos; os modelos
profissionais, em lojas especializadas. Aqui no Rio recomendo a KnKhobby, a
BigField e a Asas Elétricas.


É caro? Pode ser - ou não. Como eu disse,
depende da qualidade do equipamento que você quer ter. Talvez o nautimodelismo
seja, das modalidades de modelismo que pratico (aero, nauti, auto e ferreo), o
mais barato. Geralmente, os equipamentos mais caros são os Tx. Os modelos em si
não são tão caros. E lembre-se sempre que existem dezenas de fabricantes de
peças eletrônicas e mecânicas, com os mais variados preços e
qualidades.


Há também quem goste de construir seus
próprios modelos, o que quase sempre fica mais barato, mas requer uma paciência
de Jó. Um dia também escrevo sobre isso.


Surgiu interesse? Escreva-me um comentário
que terei o maior prazer em auxiliá-lo. Estou em campanha para arregimentar
novos nautimodelistas no Estado do Rio, para não deixar esse hobby tão sadio e
instrutivo morrer ao léu.


Grande abraço,


Rafael
Lanzetti

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

PARTES DE UM REBOCADOR


Descrição


Português: Partes principais de um rebocador.

1- luz de topo
2- mastro
3- bandeira
4- sirene de nevoeiro
5- antena de radio
6- lâmpada de sinalização (morse)
7- chaminé
8- ponte de navegação
9- visor "Vista Clara"
10- amurada
11- escada acesso a ponte
12- salva-vidas
13- "H-Bitt"
14- cabrestante
15- gancho para reboque
16- cabo
17- coberta principal
18- escotilha
19- passador de cabos
20- borda de popa
21- defensa
22- proa
23- leme
24- abertura do Hélice
25- hélice
26- eixo do Hélice
27- casco

Español: Diagrama esquemático de un remolcador.

1- luz de tope
2- mástil
3- bandera
4- sirena
5- antena
6- lámpara morse
7- chimenea
8- puente de gobierno
9- dispositivo vista clara
10- baranda
11- escala
12- salvavidas
13- bita en H
14- cabrestante
15- gancho
16- cable
17- cubierta principal
18- escotilla
19- pasador
20- borda
21- defensa
22- proa
23- pala del timón
24- tobera tipo Kort
25- hélice
26- eje de cola
27- casco

English: Schematic diagram of a tugboat.

1- masthead light
2- mainmast
3- flag
4- siren
5- antenna
6- morse lamp
7- funnel
8- bridge or wheelhouse
9- clear view screen
10- handrails
11- bridge ladder
12- life buoys
13- H-bitt
14- capstan
15- hook
16- hawser
17- main deck
18- hatch
19- hydraulic pins
20- gunwale
21- old tyre fender
22- bow
23- rudder blade
24- Kort nozzle
25- propeller
26- tail shaft
27- hull

Français : Diagramme d'un remorqueur.

1- feu de tête de mât
2- mât
3- pavillon
4- corne de brume
5- antenne radio
6- lampe morse
7- cheminée
8- passerelle
9- vitres
10- batayoles
11- échelle
12- bouées
13- bitte
14- cabestan
15- croc de remorquage
16- remorque
17- pont principal
18- écoutille
19- goupille
20- pavois
21- défenses en pneus
22- étrave
23- safran
24- tuyère Kort
25- hélice
26- arbre d'hélice
27- coque

domingo, 8 de agosto de 2010

TUDO SOBRE CORDAS E NÓS PARA EMBARCAÇÕES

Aprenda muito sobre nós, cordas e amarrações em embarcações.

Baixar arquivo pdf http://www.nauticurso.com.br/download/cordas-nos.pdf

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

dvd de nautimodelismo e modelismo naval nauticurso.com


APROVEITE A PROMOÇÃO POR TEMPO LIMITADO!!

UNIMOS EM UM DVD O PACOTE 1 E 2 DE NAUTIMODELISMO


E NESTA PROMOÇÃO VOCÊ GANHA COMO BRINDE


O KIT DE AEROMODELISMO COM 1000 PROJETOS


E TUDO ISSO POR APENAS R$ 23,00

NÃO DEIXE PARA DEPOIS, PEÇA AGORA

GALERIA DE FOTOS

O Seu Nautimodelo também pode aparecer aqui, envie fotos para nosso email e faça uma breve descrição.


Construção do Rebocador Mite Trabalho realizado por Rodrigo Stefanelo Dyonisio de São Francisco do Sul - SC


Nome: Francisco Nistro Carvalho Bastos Estado: CE
Comentário: fotos de alguns nautimodelos que construí, uns a partir de plantas fornecida pelo marcelo. na oportunidade tenho a dizer que cada dia mais estou gostando do nautimodelismo. Infelizmente as pessoas por questão cultural e financeira, valorizam mais a futilidade do que propriamente a arte e o conhecimento científico. O Marcelo é um dos poucos no Brasil que demonstra interesse pela arte milenar do modelismo naval, adaptando-o aos eios modernos.
Data 25/05/2010



Francisco Gustavo Moreira C. Lima (Manaus - Amazonas) BARCO DE PESCA UTILIZADO PELOS PESCADORES DO LITORAL DE FORTALEZA, MORRO BRANCO, CANOA QUEBRADA, ETC DIMENÇÕES :
Comprimento ... 640mm
Altura ... 640mm
Largura proa ... 130mm
Largura meio ... 255mm
Largura popa ... 160mm


Olá pessoal, gostaria de enviar fotos do meu modelo HMS KGV escala 1:160 Scratch 95 por cento menos hélices e algumas outras peças. o modelo se encontra sem propulsão instalada ainda (speed control etc..) e aguardando troca de motores. Como estou na produção do Bismarck em escala 1:100 o tempo dedeicado ao KGV se encontra ainda" sem tempo". Vi a história do Normandy e que maus tratos o modelo sofreu, que pena, mas sei que a reforma vai trazê-lo a tona com seu belo esplendor. se fosse um bola de futebol, com certeza seria mais apreciada, pq aqui nesse país é assim mesmo. abraços e até mais. Norberto




Olá Marcelo, Comprei o seu curso de borracha de silicone a um mês atrás, fiz meu primeiro trabalho e ficou muito
bom, seguem algumas fotos da peça já em resina em anexo, favor dar uma olhada. Muito bom seu curso, valeu a pena!
Meu caro, só mais uma coisa, qual tinta você recomenda para pintar esse boneco, gostaria de pintar
com tina fosca ou com pouco brilho, tipo essas que pintam imagens de santos em resina importadas da China, não sei se você já viu alguma. Ficaria grato se me desse essa dica.
Forte abraço e fique com DEUS!!! Edson Galdino


André Gomes, marítimo e técnico maquetista naval de Macapá, Amapa, construtor do Modelo


Lancha Azimut-62 construída por Paulo Varella


Um lindo trabalho do Amigo Dirceu de Guarujá SP Rebocador Mite e Yate Laura B


Yate Laura B Versão Marlin1 de Wilson do Carmo SP Navegando no modelodromo do Ibirapuera SP


Hi Marcelo, first a foto from my small fleet of RG65s (MiniTux II, JIF, Laerke) The 4th RG65 I'm just bulding. This will be a Vanquish. Just a word to your videos. I'm not able to understand Portuguese but you show all with gestics each one can understand what you mean or will show how to do. Its really great!!



Barco de pesca comum no litoral de Fortaleza CE, Morro Branco, Canoa Quebrada.(Francisco Gustavo M.C. Lima)


Barcos montados por Marcos RS (MARCOV34)


Veleiro NCR-65 construido por Brayan Linhares SC


2 barcos do Nautimodelista Sidnei Velasco SP - Um lindo exemplar do Rebocador Mite Super-detalhado


Veleiro Delta 32 construído por Lucas Wesp RS


Lancha PT-596 construída por Silvio Maurício SP através do nauticurso.com


Casco do Rebocador Mite recebeu uma Máquina a Vapor produzida por Arnaldo Bottan. Barco de Geraldo Vieira SP

DICAS DENAUTIMODELISMO


Dicas e Truques


Download de Planos


Galeria de fotos


Curiosidades

ENGENHARIA NAVAL E OCEANICA








O Laboratório de Tecnologia Oceânica - LabOceano, em operação desde abril de
2003, foi projetado com a finalidade de realizar ensaios de modelos de
estruturas e equipamentos usados nas atividades de exploração e produção de
petróleo e gás offshore, cujas operações avançam rapidamente para regiões de até
3000m de profundidade.

Com uma profundidade de 15m e um poço central com 10m adicionais, é o tanque
mais profundo no mundo, e representa para o país a consolidação da sua liderança
no desenvolvimento de tecnologia de águas profundas.

Equipado com sofisticados sistemas geradores de ondas multidirecionais – no
futuro breve com geradores de correntes e ventos - o LabOceano está em condições
de permitir a simulação realista das principais características do meio ambiente
oceânico, atendendo assim às necessidades e alto padrão de exigência impostos
pela indústria offshore.

O Tanque Oceânico COPPE/UFRJ incorpora à prática da engenharia oceânica
nacional um apoio experimental apenas disponível em alguns poucos centros
mundiais.

Os programas experimentais executados no LabOceano contribuirão continuamente
para o desenvolvimento de inovações tecnológicas para os projetos de
equipamentos e estruturas oceânicas, e padrões de operações marítimas,
permitindo maior eficiência, melhores níveis de confiabilidade e menores riscos
ao meio ambiente oceânico.


CHRIS CRAFT CONSTELLATION

Construção da Chis Craft Constellation casco em fibra de vidro
Cabine em Compensado naval de 3 milímetros, produzido em cedro e marfim com 5 lâminas colados em epoxi.
Convés em longarinas de cedro e caixeta.
Motor 480 com caixa Redução 2x1 , hélice de 35 milímetros em latão polido , eixo autolub .
2 Baterias 7,8v 1800mHa
Speed control
Rádio 2 canais futaba attack 2dr
ESTE KIT ESTARÁ A DISPOSIÇÃO EM BREVE NA LOJA WWW.NAUTICURSO.COM

Chris Craft Constellation em construção..

Rebocador MITE
Navegando 2010



BAIXE O MANUAL COMPLETO EM FORMATO DE IMPRESSÃO



MONTAGEM MANUAL DE PARTE 1 - 2 - 3



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Fazer download Gratuito

TrackMania United Forever – DETONATiON – 2008

TrackMania United Forever – DETONATiON – 2008


DOWNLOAD AQUI
Crack na pasta DETONATiON
São: 2 Partes de 500 mb / 1 Parte de 112 mb.
**Megaupload**

Parte 1 Parte 2 Parte 3